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sexta-feira, 25 de março de 2011

Células-tronco de cordão umbilical curam menina do câncer

Na cidade de San Fernando (Cádiz, Espanha), uma garota chamada Alba, recebeu há dois anos a notícia de que estava com câncer no cérebro, chamado meduloblastoma. A garota começou o tratamento com quimioterapia que destruiu o tumor, mas também o sistema sanguíneo da menina.

A garota Alba depois de ter se submetido a tantos tratamentos, foi submetida ao transplante de células-tronco do sangue do seu próprio cordão umbilical, o transplantes já havia sido previamente solicitadas pelo Hospital Menino Jesus de Madri.

As celulas-mães (estaminais ou células-tronco) foram usadas do próprio cordão da menina, após 14 meses o sistema sanguíneo de Alba estava completamente reconstruído. O caso da garota se torna único, por ser o único caso que pela primeira vez as células-mãe provinham do seu próprio cordão umbilical, conservado ao nascer.

Os pais de Alba garantem que a conservação das células foram o seu melhor "investimento". Santiago (pai de Alba) ainda diz: "Tudo se originou como resultado de meu interesse pelos programas de divulgação científica, já que tinha visto uma reportagem sobre o tratamento com células-mãe para o Parkinson e meu pai, naquela época, tinha Alzheimer e estava sensibilizado sobre o uso de células mãe para as enfermidades degenerativas"

São acontecimentos como esse que garantem a eficiência de conservar as células-tronco. Conheça mais sobre o assunto com a CordVida.

Fone: Diabete net

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

CordVida: Terapia celular reverte diabetes tipo 1

Um estudo que segue a mais de quatro anos, indica que 15 em 23 pacientes tratados com células-tronco livraram-se da insulina. A USP realizou um estudo inédito e revelou que pâncreas voltou a funcionar, porém ainda não se pode falar em cura de diabéticos. Os testes realizados mostram que após o transplante de células tronco, o pâncreas de diabéticos do tipo 1 está voltando a funcionar. A pesquisa acompanha 23 voluntários há mais de 4 anos, e mostra que os níveis de peptídeo-C, espécie de marcador do funcionamento das células produtoras de insulina, aumentaram nos pacientes submetidos a terapia. Além do aumento desses níveis, a maioria dos pacientes deixaram também de usar hormônio sintético há mais de 3 anos em média, apresentando também um bom controle da glicemia.

Apenas 8 pacientes precisaram voltar a tomar o hormônio sintético em baixa dosagem. Apesar do pâncreas estar funcionando, ainda não há produção suficiente de todo o hormônio necessário.O diabetes tipo 1, é uma doença autoimune, em que o próprio sistema de defesa do corpo passa a atacar o pâncreas. Ao que parece, a terapia com células-tronco consegue combater essa falha imunológica, mas não recupera as áreas destruídas da glândula. Por isso é importante e necessário que a aplicação das células-tronco seja feita em pessoas recém-disgnosticadas.



Fonte: Folha de São Paulo


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sexta-feira, 30 de julho de 2010

Células-Tronco são eficientes para o tratamento de cegueira

Foi comprovado mais um uso para as células-tronco. Pesquisadores da Universidade de Modena, na Itália, comprovaram ser eficiente o implante de células-tronco para o tratamento de cegueira causada por queimaduras nos olhos. A técnica consiste em utilizar as células-tronco do próprio paciente e colocá-las entre a córnea e a esclera.

Os italianos usaram a técnica em 112 pessoas que tinham o problema e conseguiram recuperar totalmente a visão de 82 (76,6,%) deles, enquanto em 14 (13,1%) a visão foi parcialmente restabelecida.

O limbo, a região entre a córnea e a esclera, é uma fonte natural de células-tronco para a recuperação diária da córnea, mas elas costumam desaparecer em casos de queimadura, impedindo a regeneração do olho e causando cegueira parcial ou total.

Essa pesquisa foi publicada no periódico científico "The New England Journal of Medicine".