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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Chegou a hora! O que levar para a maternidade? Calma! A CORDVIDA te ajuda.


Chegou o tão esperado momento: a hora de ir para a maternidade.

Mil sentimentos se misturam e a ansiedade é grande. Para que você não tenha mais uma

coisa para pensar, vamos te ajudar com uma listinha dos itens indispensáveis para sua internação e chegada do bebê.


Em primeiro lugar, lembre-se que é bom deixar a sacola pronta a partir do sétimo mês de gestação, afinal de contas, não podemos prever quando o seu bebê vai querer aparecer!

Vamos começar pela sacola do bebê:

- creme para prevenção de assaduras

- pacote de fralda descartável (tamanho recém-nascido)

- conjunto pagão com calça

- conjunto de lã de acordo com o clima

- macacão de recém-nascido

- lençol de bercinho

- manta (de acordo com a estação)

- fraldas de pano (brancas, sem pintura)

- escovinha macia para cabelos

- sapatinhos e luvas de lã (no frio)

- lembrancinhas

- enfeite de porta

Agora, vamos revisar os itens da sacola da mamãe:

- pacote de absorvente próprio para o pós-parto

- chinelo de quarto

- jogos de camisolas que sejam de fácil manejo para a mamentação

- calcinhas de tamanho maior do que usava antes de engravidar

- cinta pós-parto

- roupa para o dia de alta

- sutiãs de amamentação

- protetores de seios

- máquina fotográfica

- produtos de higiene íntima: escova de dentes, escova de cabelos, shampoo, sabonete, creme dental, toalhas...

Não se esqueça dos seus documentos!

RG da paciente Carteira de convênio (caso tenha convênio, o Hospital exige na internação) CIC e RG do marido (ou acompanhante), 
guia de internação (informe-se junto ao seu convênio se pode ser fornecida antes do parto, pois facilita muito no momento de internar).

PS: Não vale voltar para a casa só porque esqueceu um item ou outro, o parto é a prioridade, e a mamãe precisa ser atendida. Portanto, se você lembrou no meio do caminho, deixe para trás. Depois que você for atendida e cuidada, o seu marido, parente ou amigo pode voltar para pegar algum item importante que foi esquecido.


Fonte: Guia do bebê

Fonte da Imagem: Gisleide Fernandes

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

CORDVIDA: DICA PARA A MAMÃE - AMAMENTAÇÃO E O USO DE MEDICAMENTOS

O Ministério da Saúde lançou a segunda edição do manual “Amamentação e o uso de drogas”, que tem como objetivo auxiliar principalmente os médicos na hora de receitar medicamentos para mulheres que estão amamentando.Se a mãe utilizar algum medicamento, poderá consultar seu obstetra para que ele consulte o manual, já que a escrita é cheia de jargões próprios da área.


Fonte da imagem: Iparaiba.com.br

As opiniões dos médicos em relação a ingestão de medicamentos são diversas. Enquanto alguns defendem esperar algum tempo após a utilização de remédios para amamentar, outros tem a opinião de que não há problema algum em amamentar após a ingestão das drogas. Isso porque não existem pesquisas que comprovem que tudo aquilo que a mãe ingere, vai de fato para o bebê.

O alerta fica por conta de quimioterápicos, usados no tratamento contra câncer, e alguns antidepressivos. “A medida é sempre o bom senso. Tanto para café, que pode excitar demais o bebê, quanto para remédios que combatem a dor de cabeça, o ideal é não cometer excesso”, alega a Dra. Clary Gallaci, pediatra do hospital Santa Joana.

No caso de álcool e cigarro, existe a comprovação de que principalmente em grandes quantidades, a química possa passar para o leite, prejudicando o bebê.

O cuidado com a alimentação é essencial, o mais adequado é manter a mesma dieta equilibrada feita durante o período de gestação. A mulher precisa manter-se saudável já que o organismo trabalha mais para produzir o leite.

Fonte: Crescer

Você pode encontrar mais dicas para o período de gestação, a

ssim como cuidados para seu bebê aqui.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

CORDVIDA: DICA PARA A MAMÃE: QUAL SERÁ A ALTURA DO SEU FILHO?

Todos os pais tem curiosidade de saber como seu filho vai ser. Cor do cabelo, dos olhos, boca, nariz, altura, peso e por aí vai.

Hoje vamos falar sobre uma maneira de “prever” qual altura seu filho poderá ter. Uma fórmula baseada na altura dos pais, foi criada para que se tenha uma média de altura. A fórmula varia entre meninos e meninas, mas cuidado: esta é apenas uma média para matar a curiosidade, a altura real pode ser diferente e sofre variações de acordo com:

Genética: é responsável por 90% da altura.

Alimentação: se a criança não come bem, o crescimento dela não vai ser o ideal – ela pode, sim, crescer menos. Comer doces ou tomar refrigerante antes da refeição ou substituí-la por leite e não comer legumes e verduras são os problemas mais comuns.

Doenças: se seu filho nasceu com algum tipo de deficiência, ele pode ter problemas de crescimento. Doença celíaca e graves desordens intestinais são alguns deles, por exemplo.

Sono: crianças que não dormem a quantidade de horas necessárias para a idade podem crescer menos. O motivo: a maior parte do hormônio do crescimento é liberada no organismo durante a noite.

Condição emocional: traumas, tensão ou maus-tratos podem interferir no crescimento.

Os médicos chamam essa fórmula de potencial genético da criança. É uma estimativa. Do resultado final, subtraia ou some 10, para estimar a altura mínima e a máxima. Faça a conta em centímetros. Ex.: 1,70 m = 170 cm.

Altura da filha = (Altura do pai + altura da mãe - 6,5) / 2

Altura do filho = (Altura do pai + altura da mãe + 6,5) / 2

As estatísticas mostram que a estatura da população mundial aumenta a cada ano. São dois motivos: hoje as condições de vida são melhores que há 100 anos, permitindo que mais pessoas tenham uma alimentação rica em nutrientes, vitaminas e minerais. A segunda razão é o avanço da medicina. As crianças ficam doentes menos vezes, há mais vacinas e melhor atendimento médico.


A CORDVIDA preparou uma apresentação para você saber como cuidar do seu bebê durante as primeiras semanas. Você pode visualizá-la por meio deste - link -


Fonte: Crescer

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

CORDVIDA: DICA PARA AS MAMÃES - Como se livrar dos enjôos?

Durante o primeiro trimestre de gravidez, as náuseas e vômitos são considerados normais pelos médicos. Esse desconforto é causado por conseqüência da mudança de hormônios no corpo da gestante.




Confira algumas dicas que podem ajudar a reduzir esse desconforto:

- Procure comer em intervalos regulares, muitas horas sem comer causa produção de ácidos no estômago
- Opte pelos assados, grelhados ou cozidos, evite as frituras
- Procure mastigar devagar
- Não beba líquidos durante a refeição

A doutora Eliener de Souza Fazio (Hospital das Clínicas São Paulo), afirma que quando se trata do mal-estar matinal, duas bolachas de água e sal podem ajudar a fazer o enjôo passar. A médica dá ainda mais uma dica: durante a gestação, os líquidos gelados dão maior alívio que as bebidas quentes.

O período dos enjôos normalmente dura um trimestre, no caso dos enjôos persistirem é aconselhável conversar com um médico.
Fonte:
Abril


Para mais dicas e curiosidades sobre o período da gestação, continue acompanhando o Blog e
@CordVida no twitter.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

CORDVIDA: OS DESEJOS DE UMA MULHER GRÁVIDA

Sorvete com queijo, torta de jaca, gelatina de abacate, milho com chocolate, esfiha com requeijão, tudo em uma madrugada chuvosa. Os desejos alimentares das mulheres grávidas são peculiares, e os mitos que os envolvem, mais ainda.
Quem nunca ouviu dizer que se a vontade da mulher não for feita, o bebê nasce com a cara da comida? Dá pra imaginar um bebê com cara de biscoito, mortadela, esfiha?

Muitas pessoas dizem que os desejos das grávidas não passam de caprichos, porém existem sim alguns fatores que podem ocasionar esses desejos esquisitos.

A vontade de comer muitas coisas e alimentos "misturados" e peculiares, normalmente acontece no início da gravidez, mas pode durar mais. A maior parte das vontades surge por fatores hormonais, os mesmos que causam enjôos.
Prolactina e progesterona são os hormônios que mais causam alteração no apetite e mudança no ph da boca, gerando os estranhos desejos e trazendo mudança nos hábitos alimentares da grávida.

Alguns especialistas afirmam que carências nutricionais acabam por levar o cérebro a buscar alimentos que contenham os nutrientes que eventualmente possam estar em falta no corpo da gestante e que farão falta para o desenvolvimento do bebê.

A carência e insegurança que a grávida sente durante o período gestacional também colaboram para a "fome" e os desejos. A questão do homem se desdobrar para atender ao desejo da mulher é reconfortante para a grávida durante esse período.

Um último fator que pode ser considerado é a questão de que comer libera substâncias que dão prazer e melhoram o humor.

Fonte: Uol

Continue acompanhando o blog e @CordVida no twitter para mais curiosidades sobre o período da gestação.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pintar ou não pintar o cabelo durante a gravidez?

A CordVida tira essa dúvida que atormenta a mente de muitas grávidas, que recebem um bombardeio de diferentes opiniões e acabam sem tomar uma decisão por medo.

Se você é uma mulher que não abre mão do salão de beleza e dos tratamentos químicos está na hora de ficar alerta. Qualquer tratamento químico durante o período de gestação pode desencadear uma alergia ou outro tipo de reação nas futuras mamães (incluindo as mulheres que nunca haviam tido problemas antes).

Durante a gestação, o corpo da mulher se transforma, sofrendo variações desde a forma física até uma mudança hormonal. As mudanças que acontecem nesse período podem fazer com que o corpo da mulher rejeite certas substâncias que antes eram bem vindas, como um batom por exemplo.

De acordo com o farmacéutico e diretor técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia, Emiro Khury, "A pele da mulher fica mais hidratrada e, por essa razão, absorve com mais intensidade algumas substâncias, aumentando as chances de irritação". É por esse motivo que, assim como nas outras partes do corpo, o couro cabeludo pode apresentar vermelhidão e coceira após uma sessão de tintura.

Com relação a outros danos, podemos destacar as vias aéreas "A tintura, por ser volátil, pode ser inalada e deflagrar alergias respiratórias", alerta Lúcia Arruda, chefe do departamento de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Esse ponto é válido para produtos que contém perióxido de hidrogênio e ammonia, por exemplo. O dermatologista Valcinir Bedin (presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo) concorda, e declara: "Se a mulher tiver sensibilidade a eles, pode realmente apresentar alguma reação".

E quanto a saúde do bebê?

Os médicos possuem opinião diversificada quanto a essa questão. Enquanto alguns acreditam que os novos produtos não trazem os antigos componentes fortes, como o chumbo, outros preferem seguir com cautela e recomendam que as grávidas passem longe das químicas capilares.

Até hoje não há comprovação sobre os efeitos das tinturas capilares para os bebês durante o período de gestação. Ninguém fez os testes e por isso ainda não descobriram se existe algum mal em potencial. Como cada obstetra tem uma recomendação diferente, o melhor a fazer é consultar o seu! Que tal optar por tinturas com menos química como a de hena?

Fonte: Abril